Pré-candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro, Eduardo Paes visitou, na segunda-feira (1/06), a base aérea da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), na Lagoa Rodrigo de Freitas, e também a base na Cidade da Polícia. Acompanhado do delegado Fabrício Oliveira, que coordena a tropa de elite da Polícia Civil, Paes foi ouvir e entender como é o trabalho dos agentes que integram a CORE.
- A CORE é a tropa de elite da Polícia Civil, seus agentes entram onde quase ninguém entra. Eles atuam nas situações mais complexas, mais perigosas e decisivas para a segurança do estado. O SAER, o serviço aéreo na Lagoa, leva os policiais até onde o problema está, sempre sob risco. Eu vi de perto o que é trabalhar assim. Eles usam equipamento de ponta, fazem um treinamento rigoroso mas, acima de tudo, são homens e mulheres que vestem o colete sabendo que cada missão pode ser a última. Isso não é trabalho comum, é entrega - afirmou Eduardo Paes.
Durante a visita na Lagoa, o pré-candidato acompanhou uma cena que resume a realidade da segurança pública no Rio de Janeiro. Um helicóptero do serviço aeropolicial foi acionado para resgatar um policial militar ferido no alto de um morro em Rocha Miranda.
- A aeronave partiu na hora, mas, infelizmente, o sargento Adriano Pereira de Sousa, de 36 anos, não resistiu aos ferimentos. Foi mais uma vida perdida nessa guerra urbana que o Rio enfrenta todos os dias. Quando vi aquele helicóptero levantar voo para salvar um companheiro, entendi outra vez o tamanho da coragem desses homens e mulheres. Eles arriscam as próprias vidas para proteger a nossa.
Eduardo Paes também lembrou o episódio envolvendo o piloto Felipe Marques Monteiro, que faleceu no mês passado. Ele estava internado desde março de 2025 após ser atingido por um disparo no pescoço durante uma operação na Vila Aliança, na Zona Oeste.
- Felipe não foi somente um servidor, foi um herói. E a melhor forma de honrá-lo é cuidar de quem continua voando e se arriscando pela população.
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